
por David Nicholls
Bilhetes para casa e castigos não nos afetavam mais — então, do que poderíamos nos livrar naquele mundo sem consequências? Nos corredores e salas comuns, os extintores de incêndio ganharam um terrível potencial. Será que Scott Parker diria mesmo aquelas coisas à Sra. Ellis? Será que Tony Stevens incendiaria a sala de humanas de novo? E, inacreditavelmente, o último dia chegou, brilhante, iluminado, começando com conflitos já nos portões. As gravatas da escola foram usadas como bandanas e torniquetes, em nós tão compactos quanto um amendoim ou gordos feito punhos, e havia batons, bijuterias e cabelos azuis suficientes para que a escola se equiparasse a uma boate futurista. O que os professores iam fazer, nos mandar para casa? Eles suspiraram e acenaram para que entrássemos. Sem motivo plausível para definir o que é o braço morto de um rio, a última semana havia sido recheada de aulas incoerentes e desanimadas sobre algo chamado “vida adulta”, que, aparentemente, consistia apenas em preencher formulários e criar currículos (“Hobbies e interesses: socializar, ver TV”). Olhamos pela janela para o dia lindo lá fora e pensamos: Falta pouco agora. De volta à sala de aula no intervalo, com
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