
por A. G. Howard
A metade intraterrena de meu coração se expande para se libertar das emoções humanas nele enredadas. Não haverá trégua até eu encontrar meus amados e consertar as coisas no País das Maravilhas. Ainda assim, sei que nenhum de nós voltará a ser o mesmo. Meia dúzia de criaturas esquisitas ocupa os bancos de vinil branco. Elas não estão aguardando para recuperar suas memórias. Estão aqui porque também ficaram isoladas. Desde que a toca do coelho foi destruída, elas não têm como voltar para o País das Maravilhas, seu lar. Uma das criaturas é humanoide e pálida, com cabeça em forma de cone cujo crânio se abre esporadicamente para que ela possa discutir com uma versão menor de si mesma.
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