
por Jonathan Haidt
Graças ao trabalho revolucionário da psicóloga social Jean Twenge, sabemos que as diferenças entre as gerações vão além dos eventos que as crianças vivenciam (como guerras e depressões) e incluem mudanças nas tecnologias que elas usam (rádio, depois televisão, depois computadores, depois internet, depois smartphones). 11 As pessoas mais velhas da geração Z entraram na puberdade por volta de 2009, quando várias tendências tecnológicas convergiram: a rápida expansão da banda larga na década de 2000, a chegada do iPhone em 2007 e a nova era de redes sociais hiperviraliza das — iniciada em 2009, com os botões de “curtir” e “compartilhar” (ou “retuitar”), que transformaram a dinâmica social do mundo on-line. Antes de 2009, a principal função das redes era manter contato com amigos — elas tinham menos recursos de feed back instantâneo que geravam repercussões, o que signiÆcava que eram muito menos tóxicas do que hoje. 12 Uma quarta tendência teve início poucos anos atrás, com um impacto muito maior nas meninas do que nos meninos: o aumento no número de publicações de selÆes, depois que as câmeras frontais passaram a ser acopladas aos smartphones (2010) e o Facebook comprou o Instagram (2
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