
por Lynn Painter
Quase nunca — disse ela, dando o pior sorriso falso que já vi. Por mais que eu estivesse curtindo o espetáculo de vergonha alheia da pequena Liz, não gostei da agitação em seu olhar. Ela parecia encurralada, e isso não me agradou. — Queria que você tivesse voltado a morar na sua casa antiga, Young — interrompi, obrigado a dar fim àquele sofrimento, embora eu fosse totalmente contra o plano Liz-e-Michael. — Porque a gente podia retomar aquele último esconde-esconde épico. Liz franziu o cenho, como se não entendesse por que eu a estava ajudando, e olhou para o próprio copo. Era meio inacreditável Michael não perceber tudo o que estava acontecendo com Liz naquele momento. — Prefiro não imaginar — disse ela, abrindo um sorriso largo para ele e me ignorando completamente.
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