
por J.K. Rowling
Rowling Certa vez, há muito tempo, resolvi aprender determinada habilidade/tema (estou sendo o mais vaga possível por motivos que logo se tornarão óbvios) e, ao fazê-lo, entrei em contato com uma professora/instrutora com quem antipatizei logo de cara. A mulher em questão sentiu a mesmíssima antipatia por mim. O motivo para nos detestarmos de maneira tão imediata, enérgica e (da minha parte, pelo menos) irracional, honestamente, não sei dizer. O que me salta à mente era seu gosto declarado por acessórios fofinhos. Lembro com exatidão de uma fivelinha plástica em forma de laço, de cor amarelo-clara, que ela usava no cabelo curto e cacheado. Eu costumava olhar para aquela fivelinha, que seria apropriada para uma menina de três anos, como se fosse algum tipo de tumor físico repulsivo. Era uma mulher bem troncuda e não estava na flor da idade, mas seu hábito, de usar franjas onde (para mim) não deveriam existir e andar com bolsas pequenas que pareciam ter saído de um guarda-roupa de criança, batia de frente com uma personalidade que eu descobri ser o oposto de doce, inocente e ingênua. Sempre tive certo receio de falar sobre esse tipo de fonte de inspiração, pois é irritante ver-se mal
Escolha o formato
Cancele quando quiser · R$ 0,00 hoje
📚 Você também pode gostar
Um conto para ser tempoRuth Ozeki Criatividade S.A.: Superando as forças invisíveis que ficam no caminho da verdadeira inspiraçãoEd Catmull Quem pensa enriqueceNapoleon Hill Under One Roof – Ali Hazelwood ThrottledLauren Asher