
por Tessa Dare
Na infância, Rafe sempre a provocava, mas de todas as maldades que ele fez ao longo dos anos. “Desculpe estragar sua diversão”, ele disse. “Minha diversão?!” “Esse é um famoso passatempo das mulheres, sabe? Tentar me salvar de mim mesmo. ” Ele lhe deu um olhar convencido e passou por ela. Clio ficou corada – mas essa era a palavra errada. Se “corar” fosse equivalente a um sussurro, naquele momento as bochechas dela estavam gritando! Ridículas de tão cor-de-rosa, como um flamingo ou algo assim. Uma vez, quando era apenas uma garotinha, Clio viu uma briga na vila. Um homem que comprava avelãs questionou o vendedor quanto à honestidade de sua balança.
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